[TRADUÇÃO] Em entrevista em vídeo, Jen Majura conta mais sobre sua entrada no Evanescence e sobre seu encontro com a Amy!

Foi divulgado, hoje, uma nova entrevista com a Jen Majura, guitarrista que entrou para o Evanescence no lugar do Terry no começo desse mês. No vídeo, Jen comenta sobre como foi o convite de se juntar à banda, o que conversou com a Amy no encontro que tiveram em Nova York e fala sobre seus outros projetos musicais – que inclui uma escola de música da qual é dona. Assistam abaixo e leiam a transcrição.

Entrevistador: Ela é conhecida por tocar no Knorkator e Equilibrium, e agora se juntou ao Evanescence. Jen Majura!

Jen: Oi. Prazer em te conhecer. E aí, galera!

Entrevistador: Jen, como isso tudo aconteceu?

Jen: Não tenho a menor ideia! De alguma forma, meu nome foi recomendado por um querido amigo meu, Alex Skolnick, da banda Testament, e também por Dave Eggar, ele também é conhecido por ser um ótimo violoncelista, um musicista que trabalha em Nova York, e do nada surgiu esse e-mail dizendo, “Você está interessada em se juntar à banda?”, e eu fiquei tipo, “que porra é essa?”. Então eu parei de respirar até meu rosto ficar meio azul, sabe, e depois li de novo, e três dias depois eu me vi dentro de um avião voando para Nova York para conhecer a Amy Lee. Nós batemos um papo muito legal, ela é uma pessoa maravilhosa, é uma musicista muito, muito, muito boa, e de repente eu me vi dentro desse império chamado Evanescence.

Entrevistador: Você não passou por uma seleção, então? Você apenas recebeu um e-mail e entrou na banda? Foi simples assim? Tá zoando?

Jen: Pois é. Para ser sincera, eu fiquei meio preocupada. Eu disse à Amy, “Você quer que eu leve minha guitarra? Quer que eu faça um teste?”, e ela estava super de boa, tipo, “Não, eu sei que você sabe tocar, eu vi vários vídeos seus. Conheço sua experiência ao vivo, sei que você já viajou pelo mundo, então é só chegar para a gente comer alguma coisa e conversar…” e foi isso. Na verdade, o que me surpreendeu foi que ela pôde ter outra guitarrista em sua lista, que seria a guitarrista do Alice Cooper, e ela agora está com o Alice Cooper e eu estou com o Evanescence. Eu ainda não consigo acreditar. Me desculpe.

Entrevistador: Você merece tudo isso!

Jen: Obrigada.

Entrevistador: Como sua vida mudou desde então?

Jen: Minha vida? Tenho que dizer, o anúncio se tornou oficial no dia 7 de agosto e, naquele momento, quando foi para a internet, eu estava na Suécia em um acampamento para guitarristas, no meio do nada, não tinha nada lá além do lago e de 30 guitarristas, e do nada meu celular começou a apitar muito, e eu pensei, “tá, talvez seja oficial agora”. O que aconteceu foi que eu recebi toneladas de e-mails todos os dias. É uma loucura!

Entrevistador: Você me disse o número.

Jen: Com o tempo eu me acostumei, mas no começo eu recebi uns 1.500 e-mails por dia. E, claro, muitas pessoas me deram os parabéns e foi algo muito legal. Eu gostaria agora de agradecer a todos os meus colegas e amigos e parceiros nos negócios, a todo mundo que me parabenizou por isso. Foi como um aniversário ou algo assim.

Entrevistador: Haviam alguns ótimos nomes nessas listas, como o Neil Peart, do Rush…

Jen: É. Sei lá, o cara do Blind Guardian…tantas bandas, tantos músicos. Eu me sinto muito feliz por eles todos serem parte de tudo isso que está rolando na minha vida agora.

Entrevistador: Quando vamos te ver pela primeira vez no palco com o Evanescence?

Jen: Sim!!! Estamos planejando de isso acontecer em novembro, nos três shows que vão acontecer nos EUA em novembro. O primeiro vai rolar numa sexta-feira 13! Pois é! Vamos tocar em Nashville, depois em Dallas no dia 15, e 17 de novembro em Los Angeles. E, logo depois disso, voaremos para Tóquio para tocarmos no OzzFest.

Entrevistador: Uau!

Jen: Foi o que eu pensei também.

Entrevistador: Vocês têm planos de tocarem aqui na Alemanha?

Jen: Eu não posso revelar nenhum plano para 2016, mas talvez sim…

Entrevistador: E seus outros trabalhos, como o Knorkator e o Equilibrium? Você ainda toca nessas bandas ou saiu delas?

Jen: Em relação ao Knorkator eu tenho que dizer que não sou membro fixo, eu não toco em todos os shows. Isso é bem fácil, porque quando eu ficar ocupada com o Evanescence, posso sempre dizer, “galera, desculpa, vou estar tocando em outro lugar…”. Mas, claro, gostaria de continuar porque me considero grande amiga dos caras, e nós conversamos muito, mesmo que não seja sobre shows e setlists e coisas assim. E o Equilibrium, definitivamente, desde que ninguém queira me ver fora dessa banda, eu não vejo motivo de sair.

Entrevistador: E em relação ao próximo álbum do Evanescence? Você se envolveria nele ou seu trabalho é somente em coisas ao vivo?

Jen: Eu não tenho absolutamente a menor ideia disso até agora.  Tudo em que eu estou focada agora são nos shows ao vivo de Novembro, e veremos o que vem pela frente.

Entrevistador: E você é dona de uma escola de música, ensinando os talentos do amanhã. Pode nos dar algumas informações sobre isso, por favor?

Jen: Sim. Eu tenho uma escola de música bem pequenina, tenho ótimos professores nessa escola. Não sou só eu que dou aula. Por exemplo, tenho o novo guitarrista do Axxis, Stefan, que é um dos meus professores lá. Nós ensinamos crianças pequenas, adolescentes, adultos, nós ensinamos todo mundo. E desde que eu ache tempo para fazer isso, claro que quando se trata de dar aulas na minha escola, é sempre divertido ver aqueles pequenos falando, “como foi esse meu primeiro acorde?”. E eu sempre tento levar pessoas “especiais e VIPs” para meet and greet ou workshop. Por exemplo, nós estamos planejando ter um workshop de guitarra com os dois guitarristas da banda Doro Pesch, e também com Micha da banda Extremo, que viria nos visitar…Eu sempre tento fazer com que seja um pouco mais especial do que as escolas normais por aí, e é realmente muito bacana ver jovens talentos e jovens músicos criando seus próprios bigodes.

Entrevistador: E a nova edição da EMP Magazine, edição de moda. Você também curtiu esse trabalho de modelo?

Jen: Tenho que dizer, é realmente legal eu ser capaz de fazer coisas como essa, sabe? E também sou muito grata a EMP porque eles me encheram de ótimas roupas e eu estou muito, muito feliz com isso, então…por que não? Se eu tenho a chance de fazer isso, é realmente bom ser apoiada, e acho que é uma conexão apoiadora para ambos os lados, e é um trabalho muito bom para mim.

Tradução e Adaptação: Equipe ALBR.
Não reproduzir sem os créditos.

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