“Synthesis” é para dar uma guinada musicalmente, diz Amy Lee

A Kaaos TV entrevistou os membros do Evanescence, Amy Lee (vocais), Tim McCord (baixo) e Jen Majura (guitarra) antes do show da banda de 10 de junho no Rockfest em Vantaa, Finlândia. Os trechos abaixo foram transcritos pela galera do Blabbermouth e traduzidos pela nossa equipe.

Sobre o novo projeto álbum do Evanescence chamado “Synthesis”, que vai reimaginar algumas músicas do antigo catálogo da banda com orquestra e eletrônico:

“É principalmente composto de músicas de nosso catálogo, todos os três álbuns — diferentes músicas de nossa história + duas totalmente novas, gravadas do zero de uma nova forma que é muito focada em orquestra. Gravamos apenas a orquestra, e está tão bonito. É pra dar uma guinada musicalmente, mas é isso e toda a programação. Esses são dois grandes elementos que sempre foram parte do nosso som, e na verdade das origens do Evanescence, de muitas formas, quando começamos a fazer música. Éramos mais uma banda de estúdio que uma de rock ao vivo. Era só eu e um cara fazendo música na casa de nossos pais e fazendo batidas. Tivemos essa ideia de gravar com uma orquestra, mas é claro não podíamos pagar na época. Então, só compúnhamos música, mas não teríamos tido a habilidade de fazer o que estamos fazendo agora naquela idade. Isso está realizando um grande sonho que vem do âmago dessa banda. Então vamos entrar no estúdio para gravar guitarra sintetizada e instrumentos diferentes e vocais depois que acabarmos esta turnê. Estou muito animada!”

Como a ideia de “Synthesis” apareceu:

“Durante o processo de gravação, nosso som tem muitas camadas — tem camadas, guitarras distorcidas, a bateria de rock, as cordas, muitos backings vocals; simplesmente muitas camadas. Conforme gravamos, sempre há um momento em que há tanta coisa que não é possível ouvir todas as nuances do que está acontecendo. Sempre quis que eu tivesse versões diferentes… lembro falar isso quando fizemos o último álbum, ‘queria ter uma versão pessoal que só tem programação, vocais e instrumentos de cordas’, pois é tão bonito dessa forma. Você não consegue ouvir os incríveis arranjos de corda do David Campbell quando mixamos tudo. Mas é claro que você gosta das outras coisas também. Na verdade, já tinha uma ideia antes… tive diversas ideias como, ‘E se lançarmos da próxima vez em pedaços?’ Aí as pessoas podem criar seu próprio estilo. Isso é muito complicado; ninguém vai gastar esse tempo como eu. Ninguém é como eu. De qualquer forma, aquela ideia virou, ‘Por que não pegamos a oportunidade de voltar e não apenas revisitar, mas melhorar todas essas coisas e nos divertimos com isso?’ Nem toda música funciona dessa forma, e não estamos só escolhendo os singles ou sucessos. Há músicas diferentes que temos que servem para essa vibe”.

Se o Evanescence também está trabalhando para um sucessor “apropriado” para o álbum autointitulado lançado em 2011:

“Sim, já temos algumas ideias. Tínhamos algumas músicas na pilha desde, não sei, a última vez que conversamos. Temos muitas músicas que não entraram no último álbum, então tem algumas ali para extrair. Além disso, ao compor para esse álbum, pois tem algumas novas músicas nele, algumas delas não se encaixavam estilisticamente, mas acho que elas são muito boas. Acho que talvez essa seja o próximo projeto”.

Para promover “Synthesis”, o Evanescence vai entrar em uma turnê especial neste outono (do Hemisfério Norte) com um “orquestra completa”.

Fonte: Blabbermouth

 

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